Indicação do grande amigo Alexandre Teixeira, segue o link.
Explica o Espiritismo desde o passo mais básico até as questões atuais. Muito interessante.
Indicação do grande amigo Alexandre Teixeira, segue o link.
Explica o Espiritismo desde o passo mais básico até as questões atuais. Muito interessante.
Qualquer doença é um ótimo lembrete para a retomada da boa conduta.
Fazendo uma saudável leitura pelo Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas (IPPB), me deparei com um texto de Wagner Borges sobre seus encontros inciais com o mestre Aïvanhov.
Destaco o pequeno conto abaixo e sugiro que leiam o texto completo. Nele, Aïvanhov passa uma técnica bem simples e bastante eficaz na filtragem de pensamentos negativos.
[...]A outra história é baseada naquilo que o mestre Aïvanhov mais gostava (e ainda gosta): o Sol. Está no livro “Rumo a uma Civilização Solar” (páginas 128-130):
“Para melhor conhecer a filosofia do Sol, tive um dia um encontro com ele. Sim, encontramo-nos em um bar.
Encomendamos uns aperitivos e, depois, eu disse-lhe:
- Caro Sol, há algo que eu queria lhe perguntar, porque não está ainda muito claro no meu coração. O que se passa para que seja tão luminoso?
- É que eu ardo amor, respondeu ele, e o amor faz eclodir a luz.
- Mas, perguntei eu, explica-me como faz para continuar a amar e iluminar os humanos, se você, melhor que ninguém, vê o quanto são perversos?
- Oh, há muito que decidi não me preocupar em saber como são. Preocupo-me apenas comigo, e como me agrada derramar o calor do meu amor, continuo, e sou eu que me deleito. Que os humanos me apreciem ou não, tanto me faz, e aconselho a fazer o mesmo, pois se levar em conta aquilo que os humanos são, nunca conseguirá chegar aos pés deles.
Decidi, então, imitar o Sol e, por esta razão, posso continuar meu trabalho. Pois se acreditar que há muitas pessoas que me apreciam e estão aqui para me ajudar, engana-se. Há muitas a quem eu incomodo e que gostariam bastante de desembaraçar-se de mim. E asseguro que, ao ver quanto alguns são velhacos, maus, interesseiros, ingratos, acho, por vezes, que há razão, realmente, para pegar o meu chapéu e não me preocupar mais com os humanos.
Mas, felizmente, que o Sol lá está e me segreda: ‘Lembre-se da nossa conversa no bar’.
- Ah, sim, digo eu, e continuo: E você, porque não há de também imitar o sol?”[...]
Texto extraído do site do IPPB.
Antes de sermos seres impermanentes, para o nosso estado atual, somos o que somos: humanos. Nosso veículo carnal possui um redutor de potência, o tal do cérebro. Temos a necessidade de processar alimentos e extrair deles proteínas, nutrientes, dentre outras coisinhas básicas para este veículo. Depois de consumidos, jogamos os restos fora, pois não nos tem serventia. Catalogamos centenas de músculos, dezenas de ossos e os tão importantes órgãos.
Mesmo assim, ainda somos seres impermanentes.
O nosso corpo é único meio de entendermos a única doença, a mãe de todas: o egoísmo. Toda esta aproximação com a matéria densa e intensificação das energias inferiores têm um motivo bem claro, que é aprendermos a controlar os sentidos mais inferiores a fim de nos sublimarmos pelo amor. Sim, pois o único remédio para o ego é o amor.
Por isso o amor é incompreendido, por que nunca é tratado como a vacina-mor, sim como o alto do cume, por vezes, inalcançável.
Pois o amor existe desde a mais pequena pétala de flor que cai ao chão, pelo concurso divino, até os mais belos atos de entrega, como o inimitável amor de mãe.
Procuremos entender que o corpo nos aproxima da densidade energética para este motivo, aproveitemos, pois, esta oportunidade para entender que podemos sim lutar a boa luta.
Sejam estas as palavras de paz, e faça com que o amor seja a oportunidade inconfundível de viver a vida.
–
Esta mensagem começou como um texto que achava ser meu. A ideia estava um pouco confusa, mas eis que surgiu uma ideia mais densa e concisa. Conhecendo o que sou, estas ideias estão muito além da minha compreensão, no sentido mais amplo, no sentido da vivência. A única coisa minha aí são os erros, que deixo para me lembrar o quanto tenho que melhorar. Em tudo.
É um prazer saber que nada sabemos. Termos consciência que o universo é, de fato infinito. Infinito de amor, luz, paz, conhecimento. Quanto mais cedo nos dermos conta disso, maior a nossa chance de aproveitarmos positivamente esta breve passagem carnal.
Nos liberamos da lei da causa e efeito através de duas formas: do amor ou da dor. Em uma comparação simplista, o amor, quando verdadeiro, equivale por mil dores.
A Dor Atual
O processo depressivo é um sofrimento cuja cura é suportar o nosso ego. Ao contrário de outras formas de expiação – como deformações físicas ou conjunturas sociais -, a depressão é o efeito colateral do auto-conhecimento. Como escrito pelo apóstolo Paulo de Tarso: porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço (Romanos, 7:12). Sabemos que queremos ser melhor, porém, ainda não somos aquilo que queremos ser.
Estamos inconformados com a nossa situação atual de faltas corriqueiras, mas temos uma semente no coração, que quer romper a barreira da auto-culpa, para usufruir do raios de sol do amor.
A depressão, se não ocasionada por disfunções químicas, é o indicador da melhoria. Atua como um santo remédio, um reflexo do Eu Superior para nos informar que atingimos o ponto que podemos escolher melhorar. Pela graça desse mecanismo, sofremos a boa dor, aquela que nos trás o desconforto em boa hora. Principalmente nesta hora de mudança.
A batalha do ego já ocasionou mais baixas que qualquer guerra sobre a face da terra.
Recebemos conselhos e mensagens por diversos tipos de meios: psicografia, psicofonia, incorporação, inspiração, indução e por aí vai. O que tem de comum entre todos estes meios é a língua utilizada para passar a mensagem.
Nosso vocabulário é muito pobre para compreendermos as mais simples colocações. A Bíblia é farta de parábolas das quais inúmeras interpretações podem ser derivadas. Se analisadas na sua língua mater, o mesmo acontece.
Músicos e poetas utilizam diversas comparações para explicar o que é o amor, mesmo assim, ainda é muito difícil para a grande maioria de nós captar os sentimentos que originaram seus textos.
Fatores Sociais
A língua também reflete os fatore sociais aos quais está sujeita – algo meio óbvio. Por exemplo, em inglês, whore significa prostituta. Mas qual será a valor correspondente masculino da palavra? Man-whore. Colocando de outra forma, o ato de se prostituir já é automaticamente ligado ao sexo da pessoa, neste caso, o feminino. O mesmo acontece em português, onde um homem não é um “prostituto” (apesar de ser o vocábulo correto), mas um “homem que se prostitui”. A mulher, por sua vez, pode ser referenciada somente como prostituta.
Outro fato curioso se dá com o alemão. A forte presença materna na sociedade alemã, influenciou sobremaneira a língua. Um exemplo disso é a utilização do gênero feminino em substantivos que em outras línguas seria o contrário. O artigo die, correspondente ao nosso “a” em português, é utilizado para se referenciar ao sol: die Sonne. Já o inverso acontece com a lua: der Mond. Por isso a confusão de alguns alemães em escolher o artigo correto para algumas palavras em português!
Conclusão
Quando estiver lendo ou consultando algum livro cuja autoria seja espiritual, considere que a língua é um fator importante para a compreensão da mensagem. Às vezes o que nos parece como um “tom arrogante”, na realidade, deve ter sido a única forma de representar aquele sentimento, que a nossa condição humana ainda não permite discernir qual é, numa mensagem que pode ser divulgada ao mundo todo.